Apetece-me ver o Dark Knight outra vez.
I'm dead serious, I wanna watch the world burn
Alimento-me da arte que imprimo
adquiri luz e sombra para melhor poder pensar
Uma raça de espelhos não sobreviveria
ao dilúvio da fealdade
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
o Desespero da Normalidade
qualquer homem pode inventar uma doença curável
sei disso sei disso bem não porque me contaram
apenas sei, vim de um mundo deformado à minha imagem não porque me contaram
apenas sei, vim estou aqui aos pés da normalidade
no desespero da normalidade
no calor da normalidade
afecto e aceito o teste, exploro a inverdade incomun
não fico chateado não posso ficar não tenho corpo, finjo que sim
passa a carrinha dos gelados
tudo vai bem
fácil esconder o que se pensa
sons de animais são gritos
não se percebem num universo surdo
num sítio mudo a boca é supérflua
sou SUPER mas ninguém descobriu
fogo da estupidez
o aconchego da normalidade não me aquece
sei disso sei disso bem não porque me contaram
apenas sei, vim de um mundo deformado à minha imagem não porque me contaram
apenas sei, vim estou aqui aos pés da normalidade
no desespero da normalidade
no calor da normalidade
afecto e aceito o teste, exploro a inverdade incomun
não fico chateado não posso ficar não tenho corpo, finjo que sim
passa a carrinha dos gelados
tudo vai bem
fácil esconder o que se pensa
sons de animais são gritos
não se percebem num universo surdo
num sítio mudo a boca é supérflua
sou SUPER mas ninguém descobriu
fogo da estupidez
o aconchego da normalidade não me aquece
quarta-feira, 17 de junho de 2009
O Plano Divino
O Dead está morto
Porque se matou?
Não sei
Tu sabes?
É noite outra vez
E os humanos repetem-se
Tenho fome de humanos
E nunca estive morto!
Penso muito nestas coisas que escrevo
Não tanto assim mas um pouco sim
Mais que um bocado e menos que demasiado
Deve haver um plano divino
E cérebros no esófago
Halloween no Paraíso
Inferno no Natal
Deus
CriaDor
E todos o acompanham
End Justice For All
Não pode haver justiça
Bon Scott nunca ouviu o Number of the Beast
Porque se matou?
Não sei
Tu sabes?
É noite outra vez
E os humanos repetem-se
Tenho fome de humanos
E nunca estive morto!
Penso muito nestas coisas que escrevo
Não tanto assim mas um pouco sim
Mais que um bocado e menos que demasiado
Deve haver um plano divino
E cérebros no esófago
Halloween no Paraíso
Inferno no Natal
Deus
CriaDor
E todos o acompanham
End Justice For All
Não pode haver justiça
Bon Scott nunca ouviu o Number of the Beast
sexta-feira, 5 de junho de 2009
there's a place for you in my art
És sensual para mim, tu
tens olhos no lugar certo
Não muito mais posso dizer
I'm sweet mas cínica
Rebelde mas sucinta
Pergunta-me coisas, não te
respondo sem desprezo, verás
Mas brinco. És sensual.
Tens boca acima do queixo
Tempo verbal só o condicional
Preciso de algo em troca
Sou adepta secreta do sofrimento
Sei que um dia a dor triunfará
Preparo-me para o Apocalipse
Incógnita omoplata vibra, risos de
sangue pelas costas
Ah, já sei. Ninguém sabe.
Peça à solta na engrenagem confusa
Está avariada a máquina
Solta flores entre o terreno e o visível
Planeta sensual
A realidade ilude
Rita Duarte
5/06/09
tens olhos no lugar certo
Não muito mais posso dizer
I'm sweet mas cínica
Rebelde mas sucinta
Pergunta-me coisas, não te
respondo sem desprezo, verás
Mas brinco. És sensual.
Tens boca acima do queixo
Tempo verbal só o condicional
Preciso de algo em troca
Sou adepta secreta do sofrimento
Sei que um dia a dor triunfará
Preparo-me para o Apocalipse
Incógnita omoplata vibra, risos de
sangue pelas costas
Ah, já sei. Ninguém sabe.
Peça à solta na engrenagem confusa
Está avariada a máquina
Solta flores entre o terreno e o visível
Planeta sensual
A realidade ilude
Rita Duarte
5/06/09
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